Previdência Privada: PGBL, VGBL e Como Planejar a Aposentadoria

A dúvida mais comum sobre previdência privada não é "vale a pena", é "qual modalidade escolher" — e a resposta certa depende inteiramente do seu modelo de declaração de Imposto de Renda, não de qual banco oferece a taxa de administração mais baixa. Nesta categoria, explicamos a diferença real entre PGBL (dedutível até 12% da renda bruta tributável, mas tributado integralmente no resgate) e VGBL (sem dedução, mas tributado só sobre o rendimento), como isso muda para quem é autônomo ou MEI com renda variável, e o passo a passo de portabilidade entre planos sem pagar imposto no meio do caminho. Tratamos também do momento de resgatar — total ou parcial, tabela regressiva ou progressiva de imposto — e do que acontece com o saldo em caso de morte do titular, incluindo a discussão sobre incidência de ITCMD, que varia por estado. Previdência privada atrai um público que já pesquisa mais fundo que a média antes de decidir, e é exatamente por isso que evitamos generalização: cada guia aqui parte da regra da Receita Federal ou da SUSEP aplicável ao seu cenário específico, não de uma recomendação genérica de "PGBL é sempre melhor".

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